Otávio Portela (36) nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, e é dançarino, artista, coreógrafo e artista visual. Ele atualmente mora e trabalha em Berlim, Alemanha.
Seu trabalho inclui, entre outras coisas, a apresentação de obras de coreógrafos como Nacho Duato, Goyo Montero, Marco Goecke, Edouard Lock, Richard Siegal e Shahar Binyamini. Ele se apresentou com vários grupos de dança no Brasil e internacionalmente, bem como em vários festivais e locais em todo o mundo, incluindo o Chaillot Théâtre National de la Danse em Paris, França, juntamente com personalidades líderes da cena internacional da dança contemporânea.
Ele explora a poética do corpo negro na diáspora através de suas próprias experiências em trânsito, com um interesse na coreografia como um campo estendido de prática e relacionamento. Sua pesquisa entende o corpo como uma área sensível e política e examina como o movimento pode reorganizar percepções, espaços e modos de vida. Ele trabalha com coreografia, performance, vídeo e fotografia como plataformas discursivas para expor e questionar o mundo.
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Otávio Portela (36) wurde in Salvador, Bahia, Brasilien, geboren und ist Tänzer, Choreograf und bildender Künstler. Er lebt und arbeitet derzeit in Berlin, Deutschland.
Seine Arbeit umfasst unter anderem die Aufführung von Werken von Choreografen wie Nacho Duato, Goyo Montero, Marco Goecke, Edouard Lock, Richard Siegal und Shahar Binyamini. Er trat mit verschiedenen Tanzgruppen in Brasilien und international sowie auf zahlreichen Festivals und Veranstaltungsorten weltweit auf, darunter das Chaillot Théâtre National de la Danse in Paris, Frankreich, zusammen mit führenden Persönlichkeiten der internationalen zeitgenössischen Tanzszene.
Er erforscht die Poetik des schwarzen Körpers in der Diaspora durch seine eigenen Erfahrungen auf der Durchreise, mit einem Interesse an Choreografie als erweitertem Praxis- und Beziehungsfeld. Seine Forschung versteht den Körper als sensibles und politisches Gebiet und untersucht, wie Bewegung Wahrnehmungen, Räume und Lebensweisen neu organisieren kann. Er arbeitet mit Choreografie, Performance, Video und Fotografie als diskursive Plattformen, um die Welt zu entlarven und zu hinterfragen.